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Não esse aí em cima não é Jesus Cristo, é o James Caviezel…

O Jesus Nazareno é: Humano, não apenas na aparência, mas um humano completo, com suas emoções, sentimentos e vontades. Foi bebê, dependente de sua mãe, necessitou de todos os cuidados que uma criança de colo precisa para sua subsistência; com o passar dos anos desenvolveram-se os seus sentidos, aprendeu a andar, falar, se comunicar expressivamente e por mais desagradável que possa parecer para muita gente Yeshua brincou com amigos e primos, aprendeu a compartilhar, provavelmente caiu algumas vezes, levantou-se outras tantas e até chegar ao Rio Jordão para ser batizado por João, O Cordeiro de Deus que tirou os pecados do mundo era um anônimo. Ninguém a não ser João Batista seria capaz de reconhecê-lo. Após descer às águas, O Consolador manifestou-se descendo sobre Jesus em forma corpórea de pomba, ainda sim Yeshua permaneceu: Humano. E cada vez que Ele se aproximava da conclusão de sua missão sua humanidade se tornava mais forte. Se não ensinarmos nossa espécie; ela não aprenderá, se não for ensinada, a andar, falar, comer dificilmente aprenderá. Então a humanidade em questão só é evidente quando temos a capacidade de reconhecer semelhantes e valorizar a vida que tão graciosamente nos foi dada.
O Jesus da Bíblia aprendeu através daquilo que sofreu e assim pode confortar, consolar e amparar aqueles que sofrem. Ele não estava preocupado com quantas cabeças estavam em suas pregações, nem com qual sermão seria o próximo, mas desejava estar perto das pessoas, queria saber quando iam comer, se estava tarde para irem para casa, tocava e era tocado, quando tentavam importunar os pequeninos dizia: “Não os impeçam de virem a mim” Quando constrangiam a pecadora que destemida derramava perfume sobre ele à vista dos hipócritas Ele ordenava: “não a incomodeis” Em Naim, O Mestre moveu-se de íntima compaixão por aquela viúva e assim lhe confortou: “Não chores” e em seguida devolveu-lhe o filho, e  mesmo sendo o único entre todos a estar sem pecados; ao invés de condenar a mulher pecadora Ele disse: “Nem eu te condeno, vai-te e não peques mais”.  Amava seus discípulos não por aquilo que realizavam, mas por quem eles eram. Não precisaram convencer-Lhe de que estavam prontos, o Mestre conhecia o ponto certo, demonstrações de poder nunca impressionaram a Jesus, o poder jamais Lhe causou admiração; apenas a fé o deixava estupefato. Os discípulos estavam envolvidos em disputas internas, tinham inúmeros preconceitos e queriam fazer do Cristo seu salvador particular e restrito,  mas o Mestre nunca desistiu de nenhum deles, reforçou-lhes a confiança no Propósito até o último momento. Jesus Cristo ao longo de sua trajetória, foi implacável apenas em duas frentes de combate: contra a hiprocrisia, pois esta veda o arrependimento; fazendo com que os homens se convertam em ídolos e contra o medo, este confere ao homem um sentimento equivocado sobre a obediência e lhe impede que conheça a alegria advinda da obediência gerada pelo amor. Jesus nunca permitiu que lhe pusessem num estandarte, o mais semelhante que recebera fora a cruz, sua calçada da fama era a via crucis. e por meio do Seu próprio Sangue assinou no coração daqueles O receberam a liberação para que fossem novamente exatamente como o Pai sempre desejou: Coroa da criação, a tornar-se mais do que uma alma vivente, mas espírito vivificante!

“…aos que dantes chamou”

viva seu chamado

Ao abraçarmos a fé, damo-nos conta do infinito amor que nos atraiu. Não importando a circunstância, o Plano de Deus em ação nos alcançou e mudou completamente o rumo de nossas vidas e por um bom período desta trajetória nos sentimos inabaláveis, recheados de confiança e superabundantes em coragem realizadora. No entanto, durante algum tempo, pela paixão da conversão, esquecemo-nos de considerar os Planos e os desígnios de Deus para conosco e que ao invés de um convite por mala-direta, recebemos sim uma carta registrada e pessoalmente escrita para cada um de nós. Sim, nossa nova vida possui um propósito funcional. Além de obviamente sermos amados por Deus por sermos quem somos, o nosso Pai tem atribuições e responsabilidades diretas para assim nos tornar participantes da sua Obra, elevando-nos da posição de um eterno berçário para o de filhos que assumem suas responsabilidades perante à Casa de seu Pai e estão amplamente comprometidos com os interesses de seu Reino.
Após nos deleitarmos na graça superabundante, precisamos direcionar nossos ouvidos e, com atenção, buscarmos ouvir o que Deus pretende conosco. Passou a festa, consumido o novilho cevado e ao término dos festejos de regresso ou ingresso à Casa do Pai, está na hora de perguntar: “Em que posso ser útil?”. Deus pôs na igreja suas funções e deu talentos a seus servos, mas nestes tempos a congregação tornou-se um centro de convenções e a noção de comum resvalou-se em nomeações, exibições e pura vaidade. O Espírito Santo distribui os dons entre os crentes com o intuito de edificar a Igreja e não para promover os apoteóticos movimentos pentecostais. Jesus Cristo espera de seus discípulos isto: que desejem ser como Ele e não que se pareçam “sósias deformados” com suas interpretações triunfalistas.
A partir daí, é possível perceber que há um motivo claro para muitas pessoas estarem desistindo da vida congregacional: Elas se dirigem à comunidade com o intuito de receber, não de oferecer. Em Atos 2.42 todos tinham tudo em comum, não iam às reuniões cheios de expectativas, eles iam para ofertar de si mesmo o seu melhor “(…)e Deus acrescentava à igreja os que iam sendo salvos”. Ao invés de irem para ter seu o coração aquecido por um cântico, eles ofertavam um cântico, ao invés de irem receber o carinho dos irmãos, eles mesmos estavam dispostos a acolher todos quanto pudessem. No livro do profeta Isaías, capítulo 6, o autor descreve a sua visão, nela havia um Trono, também havia O que sobre ele assentado estava, serafins voavam, ao tatalar das asas dos mesmos tremiam os umbrais das portas do templo, o séquito real do Senhor exibia sua Majestade e toda esta visão destinava-se a abalar a confiança natural e edificar uma confiança sobrenatural, o Senhor montou um Impacto para convidar Isaías a tomar o seu lugar no seu projeto para Israel. Quanto ao amado leitor, já compreendeu que Deus está chamando sua atenção para uma Obra muito maior que a sua rotina congregacional? O tempo do seu chamado é hoje e o momento oportuno é o agora, qual a resposta que você Lhe dará?

“Missões para a juventude global secularizada”. Este é o tema da Conferência Missionária Steiger, que acontece nos dias 4 e 5 de outubro em São Paulo (SP). A geração jovem a qual o evento se refere é urbana, conectada globalmente pela internet e pela indústria de entretenimento, no entanto está cada vez mais secularizada. A religião institucionalizada tornou-se irrelevante para sua vida diária. Esses jovens não buscam respostas na igreja, porque para eles esta não passa de tradição morta, vazia e ultrapassada.

Mas a pergunta que não quer calar é: como a igreja pode cumprir sua missão de alcançar estas novas gerações?

Quem vai dar o que falar na Conferência? David Pierce, missionário experiente entre os jovens; e os teólogos Russel Shedd e Jonas Madureira. Além disso, há uma novidade: o “M15”. São cinco preletores; cada um discute um tema em 15 minutos, seguidos de discussão!

O louvor fica por conta de Adhemar de Campos, Banda Resgate e a banda “Poesia & Caos”.

Quem organiza o evento é a Steiger Brasil, uma missão que tem como objetivo treinar, equipar e enviar pessoas que possam falar aos jovens do mundo todo, inseridos na sociedade global secularizada.

A Ultimato “bota fé” e apoia a Conferência Missionária Steiger.

http://ultimato.com.br/sites/jovem/2013/08/14/jovens-conectados-com-o-mundo-mas-desconectados-com-a-fe/

martires

De todos os lados os cristãos são pressionados a cederem às pressões de um mundo que delira num sonho de imortalidade; que faísca e logo se apaga quando o prazer da transgressão o deixa.  As pessoas trocaram a segurança dos Mandamentos de Deus, e se entregaram aos ídolos de seus próprios corações; certos quanto a condenação que virá, buscam meios cada vez mais rápidos de extinguirem a vida. Armas sofisticadas, drogas sofisticadas, jogos de violência com cada vez mais realismo(para que o mal seja cada vez mais real), a pornografia mais acessível do que pão,  Sodoma e Gomorra estão agora à um clique do mouse, ao comando de voz; são os portais do inferno com banda larga.

Mesmo em períodos tão caóticos,  estão os fieis, resplandecendo como estrelas no firmamento. Com a missão de cordeiro entre os lobos, eles encontram nas Escrituras Sagradas a força e coragem para permanecer até o fim. Os cristãos sabem que habitam neste mundo, mas este não é o seu lar. Quando mostramos nossa verdadeira face, o mundo nos repele, porque se dá conta que vê sua própria face cadavérica e a ferrugem dos seus metais preciosos, e a traça de seus vestidos,  todas as vezes em que um discípulo imitar Jesus , as pessoas sempre o reconhecerão(estes podem negá-lo ou confessá-lo). Porém as marcas de uma vida ao lado da pessoa de Jesus Cristo, não se apagam com tatuagens nem se oculta com uma multidão de pecados, ainda que desfigurado; há sempre algo que lembra o Mestre.

Os jovens neste mundo estão cada vez mais velhos, os velhos cada vez mais jovens e a morte está cada vez mais infantil; outrora a morte escolhia bravos guerreiros e anciãos, hoje se farta de jovens, covardes e tolos, aceitando qualquer bagatela por um punhado de miseráveis. Mas os cristãos continuam, sem camisas, sem placas, sem glória, sem aplausos. Os que brilham, devem brilhar na noite mais sombria, os que iluminam devem fazê-lo dentro do Caminho,  os atalaias não podem dormir, devem continuar atentos em seus postos de vigia. Mesmo que digam: “há paz! O inimigo não virá”O Sentinela não pode dormir! Precisa vigiar e alertar os que estão desapercebidos do risco: “O Salário do pecado é a Morte!”” Mas o Dom gratuito de Deus é a Vida!” A mensagem precisa continuar sendo propagada, os cristãos são reconhecidos pelas suas perseguições. Sua alegria são os açoites por causa do nome de Jesus, não é a perseguição que nos enfraquece, mas o desejo de nunca ser perseguido. A covardia de esconder o brilho do nosso rosto com um véu.

Somos  herdeiros do legado dos apóstolos e profetas. O sangue dos mártires, corre também em nossas veias, compartilhamos da mesma fé; que nos tratem com a mesma honra que trataram nossos irmãos, não é tempo de desejarmos tratamento privilegiados, nem poltronas acolchoados, tampouco lugares de honra, o mais alto que devemos querer chegar é no topo de um monte chamado Oliveira e no lugar da Caveira deixar nosso Ego perecer, sendo assim o mundo nos conhecerá do jeito que somos. Não se pode dizer que é Cristão e não ter suas marcas, a trajetória até o Gólgota fere os ombros e também os joelhos.

Por Missionário Wandson

epistolaviva@wordpress.com

Orando por Kim Jong I

Publicado: 06/02/2013 em Não categorizado

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Coreia do Norte

Local no planeta onde ser cristão é mais difícil. Os cristãos são presos, torturados e mortos. No entanto, a Igreja está crescendo: há cerca de 400.000 cristãos no país

A Igreja e a Perseguição Religiosa

A Igreja

O cristianismo chegou à península coreana, no final do século XVII, através de católicos coreanos feitos prisioneiros de guerra e enviados ao Japão pelos algozes japoneses que invadiram o país com o propósito de dominar a China. Em terras nipônicas, os coreanos tiveram contato com o evangelho (muitos dos quais se tornaram mártires) e, quando puderam retornar a seu país, levaram consigo a nova fé. O início do cristianismo no país se deu no século XVIII (1793), quando a igreja passou por perseguições isoladas, mas suas raízes já estavam suficientemente fortes e fincadas na Coreia. Antes da guerra que dividiu a península corenana, a capital do país, Pyongyang, abrigava quase meio milhão de cristãos, constituindo na época 13% da população. Após a guerra, muitos cristãos fugiram em direção ao sul ou foram assassinados.

A perseguição

A Constituição prevê a “liberdade religiosa”, no entanto, na prática, o governo restringe severamente qualquer atividade religiosa, exceto o que possa ser supervisionado rigorosamente por grupos reconhecidos oficialmente, ligados ao governo. Uma autêntica liberdade religiosa não existe, apenas igrejas rigorosamente controladas pelo governo. As igrejas que existem na cidade hoje são basicamente “igrejas de fachada”, servindo à propaganda política sobre a liberdade religiosa no país. Quase todos os cristãos na Coreia do Norte pertencem a igrejas não-registradas e clandestinas. O culto deles se constitui de um encontro “casual” de dois ou três deles, em algum lugar público. Lá eles oram discretamente e trocam algumas palavras de encorajamento.

A perseguição aos cristãos foi intensa durante o período de dominação japonesa, especialmente devido à pressão exercida pelos dominadores para a adoção do xintoísmo como religião nacional. Desde a instalação do regime comunista, a perseguição tem assumido várias formas. Inicialmente os cristãos que lutavam por liberdade política foram reprimidos. Depois, o governo tentou obter o apoio cristão ao regime, mas como não teve êxito em sua tentativa, acabou por iniciar um esforço sistemático para exterminar o cristianismo do país. Edifícios onde funcionavam igrejas foram confiscados e líderes cristãos receberam voz de prisão. Ao ser derrotados na Guerra da Coreia, soldados norte-coreanos em retirada frequentemente massacravam cristãos com a finalidade de impedir sua libertação.

O Estado não hesita em torturar e matar qualquer um que possua uma Bíblia, quer esteja envolvido no ministério cristão, organize reuniões ilegais, quer tenha contato com outros cristãos (na China, por exemplo). Os cristãos que sobrevivem às torturas são enviados aos campos de concentração. Lá, as pessoas recebem diariamente alguns gramas de comida de má qualidade para sustentar o corpo, que deve trabalhar 18 horas por dia. A menos que aconteça um milagre, ninguém sai desses gigantes campos com vida.

Desde o final do século XIX, cerca de cem mil norte-coreanos mantêm a fé cristã clandestinamente, segundo cálculos da Newsweek. Até mesmo Kim Il-Sung, o primeiro ditador da Coreia do Norte, falecido recentemente, veio de uma família cristã devota.

De acordo com missionários, os cristãos norte-coreanos mantêm suas Bíblias enterradas nos quintais, embrulhadas em plásticos. Alguns pastores na China oram por doentes e pregam através de interurbanos feitos por telefone celular, segundo a reportagem. Tudo isso num intervalo de tempo que vai de cinco a dez minutos. Os “cultos telefônicos” têm de ser rápidos e muitas vezes são interrompidos bruscamente, porque a Coreia do Norte usa rastreadores para localizar os telefones. Após a morte de Kim Jong-Il em dezembro de 2011 a pressão do governo sobre os cristãos tem aumentado cada vez mais.

História e Política

Localizada na metade setentrional da Península da Coreia, no leste asiático, a Coreia do Norte é caracterizada por altas montanhas separadas por vales estreitos e profundos. Densas florestas cobrem cerca de dois terços do país. O topônimo Coreia deriva-se de Koryo, “alto e belo”, nome da dinastia que governou o país de 918 a.C. até 1392 d.C. Os habitantes da península coreana imigraram da Sibéria entre os séculos X e XIII a.C. No ano 108 a.C., os chineses dominaram a península e a dividiram em 4 colônias chinesas. No século XIII, Koryo foi invadida por mongóis, que passaram a ter grande influência na corte. E em 1392, Yi Song-gye fundou a dinastia Choson (Yi), que durou até 1910.

O século XX foi decisivo para a configuração política atual do país. Com interesses políticos e econômicos sobre a península coreana e sobre outros países da Ásia, o Japão anexou a Coreia ao seu território, transformando o país em seu protetorado. Com a derrota do Japão na Segunda Guerra Mundial, a Coreia se viu livre para se consolidar como nação independente no cenário mundial. Foi a partir de 1945 que o cenário político atual da Coreia começou a se formar: nesse ano, com o apoio da União Soviética, o norte se proclamou independente do sul, recusando-se a cooperar com as Nações Unidas e passando a se chamar República Democrática Popular da Coreia, chefiada pelo primeiro ministro Kim Il Sung.

No ano de 1950, o norte invadiu o sul da península, na tentativa de unificar a península sob o regime comunista, desencadeando a “Guerra da Coreia” (1950-1953), que culminou com a divisão definitiva da Coreia e a criação de dois novos países: Coreia do Norte e Coreia do Sul, o primeiro comunista e o último capitalista. O armistício assinado em 1953 definiu o paralelo 38 como a zona desmilitarizada da Coreia. A zona desmilitarizada entre os dois países continua sendo uma das áreas mais fortificadas e impenetráveis do mundo. A guerra quase irrompeu novamente no fim da década de 90, mas foi evitada graças a esforços diplomáticos. Não obstante, ainda há grande tensão entre as duas Coreias.

Desde a divisão, a Coreia do Norte teve apenas dois presidentes: Kim II Sung, que governou o país até 1994 e seu filho Kim Jong-il, que está no poder desde então. O governo exerce uma política unipartidária e é considerado como uma autocracia, ou ditadura comunista totalitária. O país tem sido profundamente marcado por um “culto à personalidade” que elevou o falecido ditador King Il-Sung, pai de Kim Jong-Il, à posição de deus. No dia 17 de dezembro de 2011 o ditador Kim Jong-il faleceu de ataque cardiaco aos 69 anos de idade, seu filho, Kim Jong-Un foi nomeado como o novo líder do país em 31 de dezembro do mesmo ano.

População

A população norte-coreana é de pouco mais de 24 milhões de pessoas, sendo 60% urbana. Etnicamente, ela é constituída quase que totalmente por coreanos (99%). Há um pequeno número de chineses e japoneses residindo no país. Segundo estimativas do governo, 70% da população não professa nenhuma religião. O restante segue crenças asiáticas, como xamanismo, confucionismo ou budismo. Há grupos cristãos de protestantes, católicos e ortodoxos.

Quase 100% da população é alfabetizada e tem acesso à educação. A população sofre com a fome, já que normalmente os alimentos do país são primordialmente direcionados ao exército.  Há abertura para organizações humanitárias atuarem, a fim de aliviar a fome da população, mas os esforços não são suficientes. Isso acontece parcialmente por causa da corrupta liderança das forças militares. Eles interceptam muitas cargas de alimento e desviam-nas para os seus soldados. O próprio presidente Kim Jong-Il disse, certa vez, que só precisa que 30% da população sobreviva.

Economia

A economia da Coreia do Norte é totalmente centralizada no Estado, totalmente planejada pelo governo; a indústria pesada e a agricultura (arroz, milho, batata, soja) são as principais atividades econômicas do país. Pyongyang é o centro comercial do país; as relações econômicas da Coreia do Norte com outros países são poucas, sendo a China o principal parceiro comercial do país. O turismo é também uma importante fonte de renda para a Coreia do Norte: todo turista ou grupo de viajantes deve conhecer o país sempre acompanhado de um guarda ou representante do Estado.

Fonte: http://www.portasabertas.org.br/

Vórtice da Solidão

Publicado: 05/24/2013 em Não categorizado

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Sempre conectados, cada vez mais isolados. Dezenas de redes sociais e ainda mais antissocial  Novos conceitos de família e nos sentimos totalmente estranhos.

Em busca de uma felicidade impossível de ser alcançada, nos lançamos a desafios cada vez mais vorazes e tentamos todos os dias achar um sentido para nossas vidas, mas onde está o norte? será que é para o norte mesmo que queremos ir? talvez a intenção seja não ir  a lugar algum. Simplesmente desistir, não fazer absolutamente nada, sair menos de casa(porque sair?) ou ficar mais com quem se gosta(porque ficar?), toda essa correria nos força a viver num quadro de ansiedade crônica e se traduz em inúmeros transtornos que nos arrastam a uma posição de inércia permanente, nem o alimento mais saboroso nos apetece e a mais bela das canções torna-se tão irritadiça quanto o barulho de unhas ao arranhar o quadro-negro. Alguém que esteja esteja se sentindo assim, precisa urgentemente de um Farol, a Motivação, deixar de navegar à deriva e entregar o timão da sua vida a Jesus Cristo de Nazaré, o Único que tem poder para trazer ânimo aos “seres humanos inanimados” e fazê-los verdadeiros Filhos de Deus, Ele é a Bussola(não aquela que te leva para onde você desejar) mas uma Bussola que pode te levar onde os pastos são verdejantes e a fontes das águas da justiça que refrigeram a alma. Lembre-se que mesmo O Cordeiro de Deus, quando viveu entre nós repartiu de sua vida e do seu ser com pelo menos 12, então não se arrisque a desafiar as corredeiras desta vida sozinho, divida a sua carga com alguém que esteja disposto a carregar; se até um condenado a pena mais desumana em Jerusalém teve um Simão para ajudar a carregar a cruz porque você não teria? se você não sabe por onde começar; pode começar adorando, adoração é sempre um bom caminho para sair de qualquer vórtice.

Classificação de países por perseguição

CONFIRA A NOVA CLASSIFICAÇÃO DE PAÍSES POR PERSEGUIÇÃO 2013!

Com base em experiências de campo, anualmente, a Portas Abertas publica uma lista com os 50 países mais opressores ao cristianismo. Há três principais objetivos para esse levantamento: fazer dessa classificação um instrumento mais preciso de medição da extensão da perseguição aos cristãos hoje; determinar onde a necessidade é mais urgente e; assim, planejar melhor projetos e ações.

Perseguição é “toda e qualquer hostilidade vivenciada em qualquer lugar do mundo, como resultado da identificação de uma pessoa com Cristo. Isso inclui atitudes, palavras ou ações hostis contra os cristãos, partindo de fora do cristianismo ou em meio a ele”. Ron Boyd-MacMillan

Em comparação ao ano anterior, a Classificação de Países por Perseguição, originalmente chamada de World Watch List – WWL,  chegou em 2013 com alterações significativas e destaques bastante curiosos; a começar pela maneira com que a listagem foi feita.

A explicação é bastante simples: até 2012, o questionário elaborado pela Portas Abertas, que considerava as áreas onde a perseguição religiosa era mais latente, era composto por perguntas genéricas, rápidas, e não muito aprofundadas. Para a classificação desse ano, o questionário apresentado aos cristãos em campo foi reestruturado e alguns fatores e detalhes foram postos na balança. O relatório passou a considerar dois aspectos da perseguição religiosa: o contexto da perseguição e as diferenças de perseguição de acordo com as comunidades hostilizadas.

Por esse motivo, esse ano surgiram importantes mudanças nas dez primeiras posições, com novos países que passam a integrar o quadro dos 50 mais intolerantes à fé cristã. Ao comparar a classificação de 2013 com a de 2012, atente-se aos seguintes destaques:

    • Países novos entraram na lista: Mali (7ª), Tanzânia (25ª), Quênia (40ª), Uganda(47ª) e o Níger (50ª).

    • Como já citado, o Mali, na África, que não apareceu em classificações anteriores, já chega ocupando a 7ª colocação. Isso se deu porque, após um golpe militar de Estado em março de 2012, o país vive hoje um momento de tensões e mudanças políticas, o que reflete diretamente na perseguição à Igreja. O norte foi dominado por milícias islâmicas e, portanto, todas as igrejas dessa região foram destruídas e milhares de cristãos tiveram que fugir para o sul ou para países vizinhos.
    • Há onze anos consecutivos, a Coreia do Norte figura em primeiro lugar noranking.

    • Iraque está agora no TOP 5 da lista. Pulou da 9ª para a 4ª posição no quadro geral. Desde 2003, quando a invasão liderada pelos EUA derrubou o regime de Saddam Hussein, os cristãos tem sido alvo constante de grupos radicais islâmicos que atuam no país.

    • Síria subiu 25 posições, a Etiópia 23 e a Líbia 9, o que significa que a perseguição nesses países se intensificou.

    • Nigéria se manteve no 13º lugar, mas a perseguição que antes era considerada somente no norte do país, agora se expandiu para todo o território.

  • China desceu do 21º lugar para o 37º e o Egito do 15º para o 25º. Entenda, porém, que essas alterações nas posições não significam, necessariamente, uma melhora na perseguição religiosa na China e no Egito, especificamente. O que acontece é que, devido à mudança na forma de classificação dos países, em alguns lugares a perseguição religiosa é maior do que nessas nações, o que fez com que muitos países descessem no ranking sem que a hostilidade aos cristãos tenha diminuído de fato.

O esclarecimento acima pode aclarar também porque alguns países deixaram oranking, mas não devem sair da sua lista de orações, já que a perseguição não acabou. São eles: CubaBangladeshChechêniaTurquia e Belarus. É, novamente, a nova maneira de aferir a perseguição que provocou tal movimento na tabela. Relatos do campo informam que, sim, em determinados países, como a China, há sinais de melhora, mas, mesmo assim, as pressões contra minorias religiosas permanecem.

A boa notícia é que a perseguição tende a estar relacionada com o crescimento e o testemunho, e normalmente refina e fortalece a fé dos cristãos, não o oposto. Por isso, em geral, o aumento das pressões contra o cristianismo mostra que a Igreja está crescendo.

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Duas fontes atuais nos ajudam a definir o que é a perseguição – As Convenções da ONU (Organização das Nações Unidas), e a própria Bíblia Sagrada.

De acordo com o Artigo 18 da Declaração Universal de Direitos Humanos, de 1948: “Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular”.

Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos, de 1966, expandiu esse Artigo:

1. Toda pessoa terá direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião. Esse direito implicará a liberdade de ter ou adotar uma religião ou crença de sua escolha e a liberdade de professar sua religião ou crença, individual ou coletivamente, tanto pública como privadamente, por meio do culto, da celebração de ritos, de práticas e do ensino.

2. Ninguém poderá ser submetido a medidas coercitivas que possam restringir sua liberdade de ter ou de adotar uma religião ou crença de sua escolha.

3. A liberdade de manifestar a própria religião ou crença estará sujeita apenas às limitações previstas em lei e que se façam necessárias para proteger a segurança, a ordem, a saúde ou a moral públicas ou os direitos e as liberdades das demais pessoas.

4. Os estados-partes no presente Pacto comprometem-se a respeitar a liberdade dos pais – e, quando for o caso, dos tutores legais – de assegurar aos filhos a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.

Pode-se dizer então, que o individuo é perseguido se for privado de qualquer dos elementos fundamentais da liberdade religiosa.

Segundo o fundador da Portas Abertas, Irmão André, “perseguição não se refere a casos individuais, mas sim, quando um sistema, político ou religioso, tira a liberdade de um cristão ou o acesso à Bíblia, restringe ou proíbe o evangelismo de jovens e crianças, atividades da igreja e de missões.

Para o Irmão André, não é legítimo usar o termo perseguição para descrever uma tragédia individual que ocorre numa sociedade que concede liberdade religiosa. É um termo que deve ser reservado para comunidades inteiras que enfrentam campanhas organizadas de repressão e discriminação, como ocorreu no estado de Orissa, na Índia, em 2008.

Perseguição segundo a Bíblia

Além do apóstolo Paulo, os cristãos do Novo Testamento enfrentaram cinco fontes de perseguição: 

Governantes (Atos 12.2)
Sacerdotes (Mateus 26.3,4; Atos 2.36; João 18.31; Atos 7.54-59)
Mercadores (Atos 16 e 19)
Agitadores (Atos 17)
Família (Mateus 10.35,36)

Enfim, a Bíblia afirma: “De fato, todos os que desejam viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2 Timóteo 3.12).

Para grande parte dos cidadãos do mundo ocidental, cristãos ou não, o tema “perseguição religiosa” pode soar estranho. Uma das explicações talvez seja o fato de que a maioria dos países deste lado do globo vive em plena democracia e por isso, em geral, as pessoas estão acostumadas a ter seus direitos garantidos por lei. No entanto, essa ideia de que a liberdade e o acesso a direitos fundamentais estão consolidados para a maior parte da população mundial neste século 21 tem se mostrado uma ilusão.

Os países que apresentam elevados índices de restrições à religião não são maioria – 64, no total –, porém abrigam a maior parte da população mundial.

Países como China, Índia, Irã, Iraque, Afeganistão, entre outros, costumam ocupar as manchetes por diferentes motivos, mas raramente são vinculados pela mídia secular à perseguição, muitas vezes implacável, que impõem aos adeptos da fé cristã. Admitir e conhecer a realidade da perseguição é o primeiro passo para que a Igreja se posicione ao lado daqueles membros do Corpo que sofrem por seguir a Cristo e para que passe a agir em favor deles.

Se quiser saber mais detalhes sobre a perseguição nos dias de hoje, leia o livro A fé que persevera – Guia essencial sobre a perseguição à Igreja, de Ronald Boyd-MacMillan, publicado pela Portas Abertas.

No livro, Ronald Boyd-MacMillan afirma: “[Há] dois elementos centrais que nos levam além do Artigo 18. Primeiro, nas palavras de um pregador palestino ‘Isso não diz respeito a nós’. A perseguição diz respeito a Cristo, e a trindade do mal (carne, mundo e diabo) está tentando chegar até Cristo por meio de nós. Não somos nós, estritamente falando, o objeto da perseguição. Nós somos as vítimas dela. Segundo, a perseguição é universal. Essa trindade do mal está perseguindo Cristo, o nosso novo Senhor, estejamos definhando num campo de trabalhos forçados ou deitados no convés de um iate. Bastante simples: se levamos conosco a nossa nova identidade de Cristo, seremos perseguidos”.

Publicado: 01/25/2013 em Não categorizado

 

O que você esperta?

Jovens Com Uma Missão

 

Há uma chama nos corações de muitos jovens por missões, mas nem conhecem a missão, tampouco quem os envia. É necessário que os lideres da igreja brasileira, acordem para a realidade: carência evangelística por falta de obreiros treinados e falta de generosidade das igrejas nacionais em enviarem missionários. quando falo de missionários; não estou falando de pregadores itinerantes nem de pessoas fazendo turismo. Estou falando de servir a Deus com suas vidas no campo missionário dentro ou fora da sua cidade, igreja, país. Eu tive uma micro-experiência de viver 5 meses em JOCUM e tenho buscado a face do Senhor constantemente para que ele me dê uma estratégia compatível com a minha cidade para que eu possa comunicar a Salvação a todas as pessoas desta, no meu prático estive no Pará e vi uma Igreja que se move por toda parte e pessoas que se locomovem sobre bicicletas, barcos, rabetas e trilhas por entre as matas, pessoas que abriram mão do seu conforto, de sua nacionalidade para cuidar da saúde de pessoas que elas nem conhecem. Aprendi que amar pessoas não tem nada a ver com a quanto tempo estamos perto um do outro, também que a Mensagem da Cruz é mais forte do que distâncias e dificuldades mil.

Através do interpessoal pude ver o quão sou falho e obstinado, o quanto preciso de conselheiros, amigos, pais, ouvintes e falantes; também que não importa o quão hábil você seja, sempre vai precisar estender a mão e dizer: ‘por favor me ajude’ e como feedback estender a mão sem ficar esperando um: ‘obrigado’. Com toda a certeza os anos e o meu testemunho pessoal vão dizer o quanto foi profundo esse despertamento na minha vida e que não importa a multidão das minhas palavras neste post e sim o quanto eu consigo reter da humanidade que aprendi, sim é isso mesmo, comecei a me tornar humano quando Jesus me encontrou e prossigo sendo cada vez mais humanizado por pessoas parecidas com ELE.

Com amor: Irmão Wandson, Missionário enquanto fizer missões com pés, mãos e oração.