Arquivo de julho, 2014

4c2a5e98929399169749cb95dfd6450b

Não esse aí em cima não é Jesus Cristo, é o James Caviezel…

O Jesus Nazareno é: Humano, não apenas na aparência, mas um humano completo, com suas emoções, sentimentos e vontades. Foi bebê, dependente de sua mãe, necessitou de todos os cuidados que uma criança de colo precisa para sua subsistência; com o passar dos anos desenvolveram-se os seus sentidos, aprendeu a andar, falar, se comunicar expressivamente e por mais desagradável que possa parecer para muita gente Yeshua brincou com amigos e primos, aprendeu a compartilhar, provavelmente caiu algumas vezes, levantou-se outras tantas e até chegar ao Rio Jordão para ser batizado por João, O Cordeiro de Deus que tirou os pecados do mundo era um anônimo. Ninguém a não ser João Batista seria capaz de reconhecê-lo. Após descer às águas, O Consolador manifestou-se descendo sobre Jesus em forma corpórea de pomba, ainda sim Yeshua permaneceu: Humano. E cada vez que Ele se aproximava da conclusão de sua missão sua humanidade se tornava mais forte. Se não ensinarmos nossa espécie; ela não aprenderá, se não for ensinada, a andar, falar, comer dificilmente aprenderá. Então a humanidade em questão só é evidente quando temos a capacidade de reconhecer semelhantes e valorizar a vida que tão graciosamente nos foi dada.
O Jesus da Bíblia aprendeu através daquilo que sofreu e assim pode confortar, consolar e amparar aqueles que sofrem. Ele não estava preocupado com quantas cabeças estavam em suas pregações, nem com qual sermão seria o próximo, mas desejava estar perto das pessoas, queria saber quando iam comer, se estava tarde para irem para casa, tocava e era tocado, quando tentavam importunar os pequeninos dizia: “Não os impeçam de virem a mim” Quando constrangiam a pecadora que destemida derramava perfume sobre ele à vista dos hipócritas Ele ordenava: “não a incomodeis” Em Naim, O Mestre moveu-se de íntima compaixão por aquela viúva e assim lhe confortou: “Não chores” e em seguida devolveu-lhe o filho, e  mesmo sendo o único entre todos a estar sem pecados; ao invés de condenar a mulher pecadora Ele disse: “Nem eu te condeno, vai-te e não peques mais”.  Amava seus discípulos não por aquilo que realizavam, mas por quem eles eram. Não precisaram convencer-Lhe de que estavam prontos, o Mestre conhecia o ponto certo, demonstrações de poder nunca impressionaram a Jesus, o poder jamais Lhe causou admiração; apenas a fé o deixava estupefato. Os discípulos estavam envolvidos em disputas internas, tinham inúmeros preconceitos e queriam fazer do Cristo seu salvador particular e restrito,  mas o Mestre nunca desistiu de nenhum deles, reforçou-lhes a confiança no Propósito até o último momento. Jesus Cristo ao longo de sua trajetória, foi implacável apenas em duas frentes de combate: contra a hiprocrisia, pois esta veda o arrependimento; fazendo com que os homens se convertam em ídolos e contra o medo, este confere ao homem um sentimento equivocado sobre a obediência e lhe impede que conheça a alegria advinda da obediência gerada pelo amor. Jesus nunca permitiu que lhe pusessem num estandarte, o mais semelhante que recebera fora a cruz, sua calçada da fama era a via crucis. e por meio do Seu próprio Sangue assinou no coração daqueles O receberam a liberação para que fossem novamente exatamente como o Pai sempre desejou: Coroa da criação, a tornar-se mais do que uma alma vivente, mas espírito vivificante!

Anúncios