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Não esse aí em cima não é Jesus Cristo, é o James Caviezel…

O Jesus Nazareno é: Humano, não apenas na aparência, mas um humano completo, com suas emoções, sentimentos e vontades. Foi bebê, dependente de sua mãe, necessitou de todos os cuidados que uma criança de colo precisa para sua subsistência; com o passar dos anos desenvolveram-se os seus sentidos, aprendeu a andar, falar, se comunicar expressivamente e por mais desagradável que possa parecer para muita gente Yeshua brincou com amigos e primos, aprendeu a compartilhar, provavelmente caiu algumas vezes, levantou-se outras tantas e até chegar ao Rio Jordão para ser batizado por João, O Cordeiro de Deus que tirou os pecados do mundo era um anônimo. Ninguém a não ser João Batista seria capaz de reconhecê-lo. Após descer às águas, O Consolador manifestou-se descendo sobre Jesus em forma corpórea de pomba, ainda sim Yeshua permaneceu: Humano. E cada vez que Ele se aproximava da conclusão de sua missão sua humanidade se tornava mais forte. Se não ensinarmos nossa espécie; ela não aprenderá, se não for ensinada, a andar, falar, comer dificilmente aprenderá. Então a humanidade em questão só é evidente quando temos a capacidade de reconhecer semelhantes e valorizar a vida que tão graciosamente nos foi dada.
O Jesus da Bíblia aprendeu através daquilo que sofreu e assim pode confortar, consolar e amparar aqueles que sofrem. Ele não estava preocupado com quantas cabeças estavam em suas pregações, nem com qual sermão seria o próximo, mas desejava estar perto das pessoas, queria saber quando iam comer, se estava tarde para irem para casa, tocava e era tocado, quando tentavam importunar os pequeninos dizia: “Não os impeçam de virem a mim” Quando constrangiam a pecadora que destemida derramava perfume sobre ele à vista dos hipócritas Ele ordenava: “não a incomodeis” Em Naim, O Mestre moveu-se de íntima compaixão por aquela viúva e assim lhe confortou: “Não chores” e em seguida devolveu-lhe o filho, e  mesmo sendo o único entre todos a estar sem pecados; ao invés de condenar a mulher pecadora Ele disse: “Nem eu te condeno, vai-te e não peques mais”.  Amava seus discípulos não por aquilo que realizavam, mas por quem eles eram. Não precisaram convencer-Lhe de que estavam prontos, o Mestre conhecia o ponto certo, demonstrações de poder nunca impressionaram a Jesus, o poder jamais Lhe causou admiração; apenas a fé o deixava estupefato. Os discípulos estavam envolvidos em disputas internas, tinham inúmeros preconceitos e queriam fazer do Cristo seu salvador particular e restrito,  mas o Mestre nunca desistiu de nenhum deles, reforçou-lhes a confiança no Propósito até o último momento. Jesus Cristo ao longo de sua trajetória, foi implacável apenas em duas frentes de combate: contra a hiprocrisia, pois esta veda o arrependimento; fazendo com que os homens se convertam em ídolos e contra o medo, este confere ao homem um sentimento equivocado sobre a obediência e lhe impede que conheça a alegria advinda da obediência gerada pelo amor. Jesus nunca permitiu que lhe pusessem num estandarte, o mais semelhante que recebera fora a cruz, sua calçada da fama era a via crucis. e por meio do Seu próprio Sangue assinou no coração daqueles O receberam a liberação para que fossem novamente exatamente como o Pai sempre desejou: Coroa da criação, a tornar-se mais do que uma alma vivente, mas espírito vivificante!

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“…aos que dantes chamou”

viva seu chamado

Ao abraçarmos a fé, damo-nos conta do infinito amor que nos atraiu. Não importando a circunstância, o Plano de Deus em ação nos alcançou e mudou completamente o rumo de nossas vidas e por um bom período desta trajetória nos sentimos inabaláveis, recheados de confiança e superabundantes em coragem realizadora. No entanto, durante algum tempo, pela paixão da conversão, esquecemo-nos de considerar os Planos e os desígnios de Deus para conosco e que ao invés de um convite por mala-direta, recebemos sim uma carta registrada e pessoalmente escrita para cada um de nós. Sim, nossa nova vida possui um propósito funcional. Além de obviamente sermos amados por Deus por sermos quem somos, o nosso Pai tem atribuições e responsabilidades diretas para assim nos tornar participantes da sua Obra, elevando-nos da posição de um eterno berçário para o de filhos que assumem suas responsabilidades perante à Casa de seu Pai e estão amplamente comprometidos com os interesses de seu Reino.
Após nos deleitarmos na graça superabundante, precisamos direcionar nossos ouvidos e, com atenção, buscarmos ouvir o que Deus pretende conosco. Passou a festa, consumido o novilho cevado e ao término dos festejos de regresso ou ingresso à Casa do Pai, está na hora de perguntar: “Em que posso ser útil?”. Deus pôs na igreja suas funções e deu talentos a seus servos, mas nestes tempos a congregação tornou-se um centro de convenções e a noção de comum resvalou-se em nomeações, exibições e pura vaidade. O Espírito Santo distribui os dons entre os crentes com o intuito de edificar a Igreja e não para promover os apoteóticos movimentos pentecostais. Jesus Cristo espera de seus discípulos isto: que desejem ser como Ele e não que se pareçam “sósias deformados” com suas interpretações triunfalistas.
A partir daí, é possível perceber que há um motivo claro para muitas pessoas estarem desistindo da vida congregacional: Elas se dirigem à comunidade com o intuito de receber, não de oferecer. Em Atos 2.42 todos tinham tudo em comum, não iam às reuniões cheios de expectativas, eles iam para ofertar de si mesmo o seu melhor “(…)e Deus acrescentava à igreja os que iam sendo salvos”. Ao invés de irem para ter seu o coração aquecido por um cântico, eles ofertavam um cântico, ao invés de irem receber o carinho dos irmãos, eles mesmos estavam dispostos a acolher todos quanto pudessem. No livro do profeta Isaías, capítulo 6, o autor descreve a sua visão, nela havia um Trono, também havia O que sobre ele assentado estava, serafins voavam, ao tatalar das asas dos mesmos tremiam os umbrais das portas do templo, o séquito real do Senhor exibia sua Majestade e toda esta visão destinava-se a abalar a confiança natural e edificar uma confiança sobrenatural, o Senhor montou um Impacto para convidar Isaías a tomar o seu lugar no seu projeto para Israel. Quanto ao amado leitor, já compreendeu que Deus está chamando sua atenção para uma Obra muito maior que a sua rotina congregacional? O tempo do seu chamado é hoje e o momento oportuno é o agora, qual a resposta que você Lhe dará?

A fome angustiante da alma.

Publicado: 09/24/2013 em Reflexão
A alma busca através do corpo conectar-se com o que a satisfará, mas busca na fonte errada. A alma é eterna, somente o eterno pode saciá-la.

Muita força, nenhum progresso.

Tudo deseja, nada alcança. Sempre a sonhar com grandes saltos em queda livre, encontrando o tesouro perdido ou até mesmo num delicioso voo por entre as nuvens, sim! A alma e seus delírios. Angustiada questiona: De onde eu vim? O que perdi? Para que nasci? Em disparada, a alma parte vida à fora procurando seu porto-seguro. No êxtase de cada tentativa, a ilusão da conquista se apodera de nós e uma porção microscópica de eternidade rapidamente se vai na mesma velocidade com a qual se apresentou, súbita e arrebatadora; rouba-nos os sentidos e empobrece o discernimento, mergulhamos então no abismo profundo de desilusão. A frustração nos arremete ao estágio inicial, mas com uma nova carga; a culpa, a morna e confortável autocomiseração, sem esperança nos determinamos a nunca mais confiar em nada ou em alguém, acreditamos que um computador, um quarto escuro e uma sepultura é tudo que nos resta. Cada vez mais insensíveis, passamos a buscar formas seguras de relacionamento e nos fiamos na superficialidade, julgando ser a forma mais prudente para continuar a vida falsa que decidimos viver. Muitos são os convites para tornar real a tão sonhada plenitude, alguns deles vêm numa bonita embalagem de shopping, outros se consomem numa ponta de cigarro, nas orgias e bares da vida; mas deixam o gosto, as manchas e feridas que não cicatrizarão, um odor nauseabundo impossível de ser disfarçado ainda que com a melhor das fragrâncias. Todas as respostas que buscamos não estão online, o Google não pode encontrar para nós o que procuramos(não saberíamos nem o que pedir ao motor de busca), tudo o que precisamos está sob os nossos joelhos quando os dobramos em humilhação diante de quem nos amou desde o princípio, na verdade Deus se interessou por nós quando nenhuma grife havia sequer cogitado a ideia de nos vestir, antes deste mundo ter o controle sobre nós, antes de qualquer mercado estar preparado para nos por numa prateleira de supermercado; quando a vida esta sendo gerada em nós; Ele já havia comprado a nossa liberdade com a vida preciosa de Seu Filho.
Do espírito, bem no fundo do ser, surge um rumor. Aquela voz que nunca cessa de expressar a verdadeira motivação da Vida, quem realmente conhece o porquê do existir e sabe o caminho de volta para casa, algo que nunca contenderia para sempre com o homem devido à sua natureza carnal. Uma voz impossível de ser silenciada completamente, basta ouvir o Nome do Mestre para encher-se de esperança. Por um breve momento, a alma inclina-se a ouvir esta voz e permite-se vivificar pela Palavra, encontrando para todo o sempre o Descanso que tanto sonhara, enfim não era um sonho, muito menos um delírio: É a Criação respondendo ao Clamor do seu Criador dizendo-lhe: Aba, Pai!

Autoria: Wandson Ferreira
Edição e Revisão: Allex Araújo

“Missões para a juventude global secularizada”. Este é o tema da Conferência Missionária Steiger, que acontece nos dias 4 e 5 de outubro em São Paulo (SP). A geração jovem a qual o evento se refere é urbana, conectada globalmente pela internet e pela indústria de entretenimento, no entanto está cada vez mais secularizada. A religião institucionalizada tornou-se irrelevante para sua vida diária. Esses jovens não buscam respostas na igreja, porque para eles esta não passa de tradição morta, vazia e ultrapassada.

Mas a pergunta que não quer calar é: como a igreja pode cumprir sua missão de alcançar estas novas gerações?

Quem vai dar o que falar na Conferência? David Pierce, missionário experiente entre os jovens; e os teólogos Russel Shedd e Jonas Madureira. Além disso, há uma novidade: o “M15”. São cinco preletores; cada um discute um tema em 15 minutos, seguidos de discussão!

O louvor fica por conta de Adhemar de Campos, Banda Resgate e a banda “Poesia & Caos”.

Quem organiza o evento é a Steiger Brasil, uma missão que tem como objetivo treinar, equipar e enviar pessoas que possam falar aos jovens do mundo todo, inseridos na sociedade global secularizada.

A Ultimato “bota fé” e apoia a Conferência Missionária Steiger.

http://ultimato.com.br/sites/jovem/2013/08/14/jovens-conectados-com-o-mundo-mas-desconectados-com-a-fe/

Escrita que vivifica a alma.

Podeis vós beber o cálice que eu estou para beber?…” – Mateus 20:22

Estou eu buscando decididamente beber da mesma bebida que meu Mestre? Meu objetivo de vida é ser batizado com o mesmo batismo que Ele fora batizado?

Como este texto falou comigo! Eu tenho me preocupado tanto com a minha posição no Reino de Deus que não parei para me dar conta de que a grande certeza para esta busca sempre será uma cruz e pecadores. Não posso  rejeitar o verdadeiro chamado, não posso dar as forças da minha alma à uma busca desenfreada por galardões, o fruto é logrado do penoso trabalho das mãos do Servo do Senhor(Isaías 53), Servo este do qual também sou discípulo. Indigno sou, ainda enxergo o Reino de Deus, com os valores do reino dos homens. Vem a Palavra de Deus, lavar meus olhos para que se resgate o brilho dos primeiros tempos, para que nenhuma outra motivação haja no meu coração que não seja a mesma que houve em Jesus, que foi derramar a sua vida pelos pecadores e pelos transgressores interceder. O propósito não é pelo interesse em prêmios e posições de destaque, mas me sentir satisfeito com a realização da vontade do Pai, partilhar da mesma herança que apóstolos e profetas já uma dádiva impossível de ser avaliada; ser coluna do Templo de Deus, ter meu nome gravado no Santuário e receber um novo nome. Todos esses acréscimos são derivações para aqueles que alcançados foram pela graça, me sinto honrado, ao pensar que estarei adorando naquela Cidade Magnífica, serei conterrâneo de Abraão, Isaac, Jacó…de pessoas que foram infinitamente vezes pela fé mais corajosas do que eu. Não há memorial de heróis que se compare a isto.

Desde agora, devo submeter minha mentalidade terrena, ao poder soberano do Senhor Jesus e decididamente inclinar meus olhos para o alto; ter no Senhor a minha principal razão para militar neste Reino, esta palavra precisa se tornar muito mais que um discurso; deve tornar-se árvore frutífera e de bons frutos para que os discípulos se alimentem dela e vivam.

Só tenho a agradecer ao Senhor por me abrir os olhos e me redirecionar a um lavrar mais honesto sobre a terra que o Senhor tem abençoado. Deus seja louvado por resgatar a minha motivação.

Crer e Obedecer

Publicado: 08/31/2013 em Reflexão

OBEDECER

Jamais o Nome de Jesus Cristo foi tão falado no mundo inteiro. Muitos o têm em seus carros e estampado em suas camisetas. Nos programas de  TV,  Jesus sempre está em evidência; sendo elogiado, desacreditado ou até mesmo mitificado. Uma pergunta simples foi feita pelo Mestre: “O que as pessoas dizem ao meu respeito?”.

Pelas ruas e avenidas, as denominações (Instituições cristãs) com muita veemência proclamam sua autoridade em responder a esta pergunta, são as conhecidas: “Agências do Céu” com prerrogativas como: “O Reino de Deus na Terra”. Ao olhar para este cenário tão provocativo, em algumas vezes me pergunto: Será que alguma vez essas pessoas perguntaram ao Nazareno se este é realmente o seu Reino? Ou se Deus está se agradando do tributo o qual recebe daquilo que denominam ‘Sua vontade’?.

Jesus Cristo teve uma vida relativamente curta; foi criança, adolescente e quando jovem era, quase sempre, seguido por multidões que buscavam Dele receberem milagres, provisões e palavras de sabedoria. Por aquilo que fez e ensinou, cumprindo as profecias que sobre Ele foram anunciadas pelos antigos profetas, foi perseguido, traído, sofreu o flagelo destinado a todos os homens, morreu e ressuscitou ao terceiro dia. Foi assunto aos céus; de onde prometeu retornar para levar consigo seus fiéis. O Nazareno, em sua curta passagem pela Terra, foi um elemento de contradição por onde passou; seus ensinos causam paixão e furor até os dias de hoje. No entanto, é possível notar grande diferença entre os cristãos da “Igreja Primitiva” e os que se declaram cristãos nas pesquisas e fichamentos de suas congregações. No ímpeto de fazer a “vontade de Deus”, esquecem-se de consultar a Palavra de Deus para conhecê-la e, assim, gastam mais tempo com programações de entretenimento do que em oração, logo, resultando numa bagunça sem fim. No livro de Atos dos Apóstolos, é o público quem apelida os discípulos de cristãos, devido ao modo piedoso como eles viviam e a forma extasiante com a qual anunciavam o nome de Jesus Cristo, não era uma forma de expressar intenções partidárias, nem ostentação de seus bens. Os seguidores de Jesus aprenderam com o Mestre a não considerar nada do que tinham como realmente seu, além da instrução de sustentar órfãos e viúvas. Também foram ensinados a tratar bem as crianças e a hospedar peregrinos; outro aprendizado é que nessa vida se pode possuir tudo e não ter absolutamente nada, pois o tesouro está onde o coração estiver (há muitos corações vazios e tesouros mareados que pensam ter e valer muito hoje em dia).

Na verdade, caros leitores, ninguém é tão ingênuo assim. Ignora-se a Palavra de Deus por saberem que ela reprova suas más ações e que o juízo nela contido está estampado em cada página. Há ferreiros que mexam com a forja sem ao menos chamuscar os cabelos, ou sem ter algumas pequenas marcas de queimaduras? É impossível se aprofundar nas Escrituras e não conhecer a vontade Daquele que a Inspirou, a escolha é livre e a sentença é óbvia. Porém, nos ouvidos dos transgressores, a Palavra de Deus causa comichão. Portanto, refrigera a alma dos que A obedecem, enfurece os que a detestam e traz vida àqueles que vivificados por ela foram.

Quero apenas incentivá-los, vocês leitores, a não serem guiados por sonhos e visões, nem mesmo por esta epístola, mas a buscarem nas Escrituras, conhecer a Vontade de Deus (De certo, o Espírito Santo nos guiará a toda a Verdade, apenas se buscarmos por Ela). O que fazer? Valorizar as EBD, grupos de estudo e aproveitar toda a oportunidade de aprender mais sobre a Palavra de Deus (fontes fidedignas, é claro). Assim, o nome de Jesus sairá das baias de crendices e superstições e poderá, pois, cumprir aquilo que a Escritura diz que tem poder para fazer: Perdoar pecados, expulsar demônios, curar enfermos, desfazer as obras do maligno: Ressignificar a vida!

Malaquias 1.6 II Timóteo: 4.3 Hebreus 5.8 João 1.4

Autoria:  Wandson do Vale Macuco.

Revisão e Edição: Allex Araújo

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“o mundo está num grande corre-corre”.

  • Verdade seja dita: O mundo está correndo, só não sabe para onde. Cada vez mais problemas insolúveis, doenças incuráveis, males irremediáveis e assim mais especialistas se apresentam, nenhum deles tem uma clara ideia sobre: O fim.
  • O mundo moderno nos predispôs a uma vida de busca pela conquista que deveria satisfazer a nossa alma em algum momento, o plano era atingir a satisfação, mas de repente nos ocorre o devaneio; nele nos vemos como hamsters num circuito de exercícios, sempre a procura da próxima semente de gira-sol. Nunca o poder de compra das pessoas foi tão grande, mas nunca o gasto com coisas inúteis também, na antiguidade as pessoas trabalhavam pesado para trazer comida para dentro de suas casas, roupas para si e para seus filhos, hoje as pessoas se sujeitam a rotinas exaustivas de trabalho para comprar coisas que nunca mais usarão passado o primeiro encanto, tudo isso amparado por filosofias de bem-estar pós-consumo e que nunca seremos plenamente satisfeitos enquanto não tivermos em mãos o próximo item de ostentação. Nas escolas, ensinam a não crer no Eterno e a desacreditar de tudo o que concede ao ser humano, a relação com o Divino, tentam negar à criatura, o direito de conhecer o seu Criador; não contentes, dão à este ser formado do barro, o conhecimento, a perícia e os instrumentos para que se torne cada vez mais mortífero; quem poderia atirar a primeira pedra? Hoje são as crianças os atiraram com armas de fogo contra pais e mestres; a honra dos mais velhos ficou para as laudas empoeiradas, os bons modos ficaram para as novelas de época; em rota de colisão contra o próprio equilíbrio, o conceito antropocêntrico conspira contra si mesmo. A corrida dos cansados começa, sempre para longe de Deus, a marcha dos que se sentem imortais segue numa fanfarra derrotista fantasiada de triunfo. Não há hoje quem se orgulhe dos seus cabelos brancos, nem quem tenha suas à suas linhas de expressão o devido respeito que trazem consigo; o mundo não vê que mentir contra o relógio não muda as horas, fingir que não saber o que virá, não lhes salvará do juízo que está por vir. No fim, todas as cores desbotarão, assim como suas mariposas sem brilho, toda a força do valente seguirá seu curso como o rio para o mar e a beleza se reservará aos álbuns e aos comentários que já não serão tão lisonjeiros assim, a inteligência ficará contida nos livros e seus leitores; astuta terá sido então a morte, que apenas com um negro vestido e seu aguilhão surpreenderá a todos os ostentados maratonistas que correm nesta vida, sem trapaças, nem adiamentos, com a pontualidade que os ingleses dela herdaram; lá na sepultura não haverá glória nem ciúmes, aplausos nem vaias, nem ricos, nem pobres. Então o Eterno, estará lá, como a gravidade que silenciosamente impõe a sua força e seu domínio sobre tudo, mesmo inexplicável, mas todos sentem a Sua Presença e sentem a sua operação! lá não ninguém fará discursos inúteis, ninguém se preocupará com qual sapato irá comparecer perante o Cordeiro, nenhuma veste de luxo será a preocupação, nem mesmo uma posição de destaque em Sua Presença; diante Dele estarão grandes e pequenos, os livros da vida serão abertos e cada um receberá a devida recompensa pelos seus atos, os ricos serão responsabilizados por todos os pobres; os poderosos consumiram toda a sua herança terrena comprando coisas e o bem mais valioso deixaram perecer. Deus trata cada ser humano responsável pelo seu semelhante; revelando assim o propósito do existir, fomos feitos para expressar a grandeza do Deus Vivo, não para tentar satisfazer um ego voraz e insaciável, não temos como destino final a morte, temos a vida como ápice da existência, vida no sentido mais amplo da palavra: O que flui do trono de Deus, superabundando dentro de nós; inundando cada espaço do nosso ser, dando-nos existência plena. Não somos os hamsters correndo atrás de sementes; tudo foi consumado na Cruz e tudo o que precisamos fazer é nos deleitar na sua graça e difundi-la por todo o mundo, temos ruas para andarmos nelas e um coral nos aguarda, a assembléia dos primogênitos, lá apóstolos e profetas nos aguardam, não há mais tempo a perder! Nada neste mundo pode nos atrair tanto quanto a Glória de Deus que enche toda a Terra, olhando dentro de si mesmo o mundo só vê o vazio, neste nada gravita, apenas declina, neste vazio não há espaço para o sonhos, mas para desesperança, quando o mundo olha para a água da Vida, não vê resposta, porque este não tem uma imagem certa, na busca pela perfeição o mundo se esqueceu de conhecer o Perfeito, dividido ficou entre a guerra e a paz, entre o amor e o ódio.
  • É olhando para o Senhor Jesus, que encontramos o propósito; Ele é a nossa esperança, investir tempo em oração, meditação, que nos aproxima do Pai. Jesus, aprendeu por meio do que padeceu e por isso pode confortar todos os que padecem, para que eu seja discípulo, preciso entender o compadecer como Ele ensinou, alegrar com os que se alegram e chorar com os que choram. Sabendo sempre que nossas tribulações nesse mundo, não podem ser comparadas com a Glória que está nos esperando. Que esta epístola incendeie o seu coração e ressuscite o propósito dentro de você, trazendo de volta a confiança na promessa do Mestre, olhe para este mundo como Jesus olhou, não se impressione com a estrutura; mas note que espalhados entre guetos e arranha-céus há pessoas sem saber que Jesus Cristo deu a sua vida por elas e que não podem pagar por este amor, o tempo se chama hoje! Seja um ceifeiro, pregadores existem aos montes, mas muitos pregam o que convém, pare de reclamar e pregue o que o mestre ensinou ou elas não terão a menor chance contra este mundo mal e suas distrações.
  • Vá! E seja uma Epístola Viva!

Encerrando este post, deixarei um texto, para arrebatar os corações dos apaixonados e faze-los suspirar:

“E nela(Na Nova Jerusalém) não vi templo, porque o seu templo é o Senhor Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro.
E a cidade não necessita de sol nem de lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de Deus a tem iluminado, e o Cordeiro é a sua lâmpada.
E as nações dos salvos andarão à sua luz; e os reis da terra trarão para ela a sua glória e honra.
E as suas portas não se fecharão de dia, porque ali não haverá noite.
E a ela trarão a glória e honra das nações.
E não entrará nela coisa alguma que contamine, e cometa abominação e mentira; mas só os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro.”

Apocalipse 21:22-27

martires

De todos os lados os cristãos são pressionados a cederem às pressões de um mundo que delira num sonho de imortalidade; que faísca e logo se apaga quando o prazer da transgressão o deixa.  As pessoas trocaram a segurança dos Mandamentos de Deus, e se entregaram aos ídolos de seus próprios corações; certos quanto a condenação que virá, buscam meios cada vez mais rápidos de extinguirem a vida. Armas sofisticadas, drogas sofisticadas, jogos de violência com cada vez mais realismo(para que o mal seja cada vez mais real), a pornografia mais acessível do que pão,  Sodoma e Gomorra estão agora à um clique do mouse, ao comando de voz; são os portais do inferno com banda larga.

Mesmo em períodos tão caóticos,  estão os fieis, resplandecendo como estrelas no firmamento. Com a missão de cordeiro entre os lobos, eles encontram nas Escrituras Sagradas a força e coragem para permanecer até o fim. Os cristãos sabem que habitam neste mundo, mas este não é o seu lar. Quando mostramos nossa verdadeira face, o mundo nos repele, porque se dá conta que vê sua própria face cadavérica e a ferrugem dos seus metais preciosos, e a traça de seus vestidos,  todas as vezes em que um discípulo imitar Jesus , as pessoas sempre o reconhecerão(estes podem negá-lo ou confessá-lo). Porém as marcas de uma vida ao lado da pessoa de Jesus Cristo, não se apagam com tatuagens nem se oculta com uma multidão de pecados, ainda que desfigurado; há sempre algo que lembra o Mestre.

Os jovens neste mundo estão cada vez mais velhos, os velhos cada vez mais jovens e a morte está cada vez mais infantil; outrora a morte escolhia bravos guerreiros e anciãos, hoje se farta de jovens, covardes e tolos, aceitando qualquer bagatela por um punhado de miseráveis. Mas os cristãos continuam, sem camisas, sem placas, sem glória, sem aplausos. Os que brilham, devem brilhar na noite mais sombria, os que iluminam devem fazê-lo dentro do Caminho,  os atalaias não podem dormir, devem continuar atentos em seus postos de vigia. Mesmo que digam: “há paz! O inimigo não virá”O Sentinela não pode dormir! Precisa vigiar e alertar os que estão desapercebidos do risco: “O Salário do pecado é a Morte!”” Mas o Dom gratuito de Deus é a Vida!” A mensagem precisa continuar sendo propagada, os cristãos são reconhecidos pelas suas perseguições. Sua alegria são os açoites por causa do nome de Jesus, não é a perseguição que nos enfraquece, mas o desejo de nunca ser perseguido. A covardia de esconder o brilho do nosso rosto com um véu.

Somos  herdeiros do legado dos apóstolos e profetas. O sangue dos mártires, corre também em nossas veias, compartilhamos da mesma fé; que nos tratem com a mesma honra que trataram nossos irmãos, não é tempo de desejarmos tratamento privilegiados, nem poltronas acolchoados, tampouco lugares de honra, o mais alto que devemos querer chegar é no topo de um monte chamado Oliveira e no lugar da Caveira deixar nosso Ego perecer, sendo assim o mundo nos conhecerá do jeito que somos. Não se pode dizer que é Cristão e não ter suas marcas, a trajetória até o Gólgota fere os ombros e também os joelhos.

Por Missionário Wandson

epistolaviva@wordpress.com

Orando por Kim Jong I

Publicado: 06/02/2013 em Não categorizado

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Coreia do Norte

Local no planeta onde ser cristão é mais difícil. Os cristãos são presos, torturados e mortos. No entanto, a Igreja está crescendo: há cerca de 400.000 cristãos no país

A Igreja e a Perseguição Religiosa

A Igreja

O cristianismo chegou à península coreana, no final do século XVII, através de católicos coreanos feitos prisioneiros de guerra e enviados ao Japão pelos algozes japoneses que invadiram o país com o propósito de dominar a China. Em terras nipônicas, os coreanos tiveram contato com o evangelho (muitos dos quais se tornaram mártires) e, quando puderam retornar a seu país, levaram consigo a nova fé. O início do cristianismo no país se deu no século XVIII (1793), quando a igreja passou por perseguições isoladas, mas suas raízes já estavam suficientemente fortes e fincadas na Coreia. Antes da guerra que dividiu a península corenana, a capital do país, Pyongyang, abrigava quase meio milhão de cristãos, constituindo na época 13% da população. Após a guerra, muitos cristãos fugiram em direção ao sul ou foram assassinados.

A perseguição

A Constituição prevê a “liberdade religiosa”, no entanto, na prática, o governo restringe severamente qualquer atividade religiosa, exceto o que possa ser supervisionado rigorosamente por grupos reconhecidos oficialmente, ligados ao governo. Uma autêntica liberdade religiosa não existe, apenas igrejas rigorosamente controladas pelo governo. As igrejas que existem na cidade hoje são basicamente “igrejas de fachada”, servindo à propaganda política sobre a liberdade religiosa no país. Quase todos os cristãos na Coreia do Norte pertencem a igrejas não-registradas e clandestinas. O culto deles se constitui de um encontro “casual” de dois ou três deles, em algum lugar público. Lá eles oram discretamente e trocam algumas palavras de encorajamento.

A perseguição aos cristãos foi intensa durante o período de dominação japonesa, especialmente devido à pressão exercida pelos dominadores para a adoção do xintoísmo como religião nacional. Desde a instalação do regime comunista, a perseguição tem assumido várias formas. Inicialmente os cristãos que lutavam por liberdade política foram reprimidos. Depois, o governo tentou obter o apoio cristão ao regime, mas como não teve êxito em sua tentativa, acabou por iniciar um esforço sistemático para exterminar o cristianismo do país. Edifícios onde funcionavam igrejas foram confiscados e líderes cristãos receberam voz de prisão. Ao ser derrotados na Guerra da Coreia, soldados norte-coreanos em retirada frequentemente massacravam cristãos com a finalidade de impedir sua libertação.

O Estado não hesita em torturar e matar qualquer um que possua uma Bíblia, quer esteja envolvido no ministério cristão, organize reuniões ilegais, quer tenha contato com outros cristãos (na China, por exemplo). Os cristãos que sobrevivem às torturas são enviados aos campos de concentração. Lá, as pessoas recebem diariamente alguns gramas de comida de má qualidade para sustentar o corpo, que deve trabalhar 18 horas por dia. A menos que aconteça um milagre, ninguém sai desses gigantes campos com vida.

Desde o final do século XIX, cerca de cem mil norte-coreanos mantêm a fé cristã clandestinamente, segundo cálculos da Newsweek. Até mesmo Kim Il-Sung, o primeiro ditador da Coreia do Norte, falecido recentemente, veio de uma família cristã devota.

De acordo com missionários, os cristãos norte-coreanos mantêm suas Bíblias enterradas nos quintais, embrulhadas em plásticos. Alguns pastores na China oram por doentes e pregam através de interurbanos feitos por telefone celular, segundo a reportagem. Tudo isso num intervalo de tempo que vai de cinco a dez minutos. Os “cultos telefônicos” têm de ser rápidos e muitas vezes são interrompidos bruscamente, porque a Coreia do Norte usa rastreadores para localizar os telefones. Após a morte de Kim Jong-Il em dezembro de 2011 a pressão do governo sobre os cristãos tem aumentado cada vez mais.

História e Política

Localizada na metade setentrional da Península da Coreia, no leste asiático, a Coreia do Norte é caracterizada por altas montanhas separadas por vales estreitos e profundos. Densas florestas cobrem cerca de dois terços do país. O topônimo Coreia deriva-se de Koryo, “alto e belo”, nome da dinastia que governou o país de 918 a.C. até 1392 d.C. Os habitantes da península coreana imigraram da Sibéria entre os séculos X e XIII a.C. No ano 108 a.C., os chineses dominaram a península e a dividiram em 4 colônias chinesas. No século XIII, Koryo foi invadida por mongóis, que passaram a ter grande influência na corte. E em 1392, Yi Song-gye fundou a dinastia Choson (Yi), que durou até 1910.

O século XX foi decisivo para a configuração política atual do país. Com interesses políticos e econômicos sobre a península coreana e sobre outros países da Ásia, o Japão anexou a Coreia ao seu território, transformando o país em seu protetorado. Com a derrota do Japão na Segunda Guerra Mundial, a Coreia se viu livre para se consolidar como nação independente no cenário mundial. Foi a partir de 1945 que o cenário político atual da Coreia começou a se formar: nesse ano, com o apoio da União Soviética, o norte se proclamou independente do sul, recusando-se a cooperar com as Nações Unidas e passando a se chamar República Democrática Popular da Coreia, chefiada pelo primeiro ministro Kim Il Sung.

No ano de 1950, o norte invadiu o sul da península, na tentativa de unificar a península sob o regime comunista, desencadeando a “Guerra da Coreia” (1950-1953), que culminou com a divisão definitiva da Coreia e a criação de dois novos países: Coreia do Norte e Coreia do Sul, o primeiro comunista e o último capitalista. O armistício assinado em 1953 definiu o paralelo 38 como a zona desmilitarizada da Coreia. A zona desmilitarizada entre os dois países continua sendo uma das áreas mais fortificadas e impenetráveis do mundo. A guerra quase irrompeu novamente no fim da década de 90, mas foi evitada graças a esforços diplomáticos. Não obstante, ainda há grande tensão entre as duas Coreias.

Desde a divisão, a Coreia do Norte teve apenas dois presidentes: Kim II Sung, que governou o país até 1994 e seu filho Kim Jong-il, que está no poder desde então. O governo exerce uma política unipartidária e é considerado como uma autocracia, ou ditadura comunista totalitária. O país tem sido profundamente marcado por um “culto à personalidade” que elevou o falecido ditador King Il-Sung, pai de Kim Jong-Il, à posição de deus. No dia 17 de dezembro de 2011 o ditador Kim Jong-il faleceu de ataque cardiaco aos 69 anos de idade, seu filho, Kim Jong-Un foi nomeado como o novo líder do país em 31 de dezembro do mesmo ano.

População

A população norte-coreana é de pouco mais de 24 milhões de pessoas, sendo 60% urbana. Etnicamente, ela é constituída quase que totalmente por coreanos (99%). Há um pequeno número de chineses e japoneses residindo no país. Segundo estimativas do governo, 70% da população não professa nenhuma religião. O restante segue crenças asiáticas, como xamanismo, confucionismo ou budismo. Há grupos cristãos de protestantes, católicos e ortodoxos.

Quase 100% da população é alfabetizada e tem acesso à educação. A população sofre com a fome, já que normalmente os alimentos do país são primordialmente direcionados ao exército.  Há abertura para organizações humanitárias atuarem, a fim de aliviar a fome da população, mas os esforços não são suficientes. Isso acontece parcialmente por causa da corrupta liderança das forças militares. Eles interceptam muitas cargas de alimento e desviam-nas para os seus soldados. O próprio presidente Kim Jong-Il disse, certa vez, que só precisa que 30% da população sobreviva.

Economia

A economia da Coreia do Norte é totalmente centralizada no Estado, totalmente planejada pelo governo; a indústria pesada e a agricultura (arroz, milho, batata, soja) são as principais atividades econômicas do país. Pyongyang é o centro comercial do país; as relações econômicas da Coreia do Norte com outros países são poucas, sendo a China o principal parceiro comercial do país. O turismo é também uma importante fonte de renda para a Coreia do Norte: todo turista ou grupo de viajantes deve conhecer o país sempre acompanhado de um guarda ou representante do Estado.

Fonte: http://www.portasabertas.org.br/

Ouvir Deus.

Publicado: 05/26/2013 em Reflexão

voz-de-Deus

Parece coisa de maluco, mas ainda há pessoas hoje em dia que buscam ouvir a Voz de Deus(e conseguem…) em inúmeras vezes nos perguntamos se tudo isso é real, se estamos verdadeiramente anelados a um propósito de existir, ou se somos um fruto fenomenal do acaso; mas tenho a missão de ratificar a você leitor: Deus fala! Nunca deixou de falar e com toda a veemência que a Sua Onipotência lhe confere. Sim,  fomos nós que nos tornamos cada vez mais surdos e prontos a ouvirmos todas as outras vozes(as de dentro e de fora) que falam sempre das mesmas coisas; vozes da terra só nos podem falar de coisas terrenas, cada instrumento comunica a mensagem cuja natureza lhe permitiu comunicar. Ao olharmos para os céus somos convidados por gentis pensadores a ouvir estrelas, por médiuns; a ouvir os espíritos e até mesmo há vozes que nos gritam insistentemente para conseguir a nossa atenção. Mas aqui, desejo brevemente chamar você para se arriscar, desafiar e até mesmo confrontar a si mesmo a perguntar: Deus está falando comigo? E qual é a mensagem que comunica?

Vivemos em um tempo onde damos mais importância aos símbolos do que a mensagem, os rituais usurparam a nossa maneira de adorar(sim adorar é instinto primitivo) que está dentro de nós, mais fundo do que as fibras musculares e mais aderente quanto a pele que nos veste, quanto ao corpo e sangue que por nós é partido e repartido todas as santas ceias; temos dado mais atenção a composição dos elementos do que a mensagem transmitida, perdemos a cada ritual a identificação com o Peregrino da estrada de Emaús, seus cravos não nos falam mais e o partir do pão não nos comove. Quão ensurdecidos estão nossos ouvidos e embotada a nossa visão, repetimos e repetimos sem que nada mude dentro de nós; nada está errado com o símbolo, nem com a mensagem, somos nós que desprezamos o entendimento e o saber. Na mesa do Senhor, o irmão sempre será mais importante que o pão e dar a sua vida pelo próximo mais saboroso que o vinho; o suco de uva e o pão não nos absolve da culpa nem remove os pecados, mas o sangue outrora se derramou na cruz; este sim nos apresenta irrepreensíveis diante do Deus Vivo e nos comunica uma mensagem nítida e que faço questão de difundi-la, não a ignore:

“Pois o amor de Cristo nos constrange, porque estamos convencidos de que um morreu por todos; logo, todos morreram.
E ele morreu por todos para que aqueles que vivem já não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.
De modo que, de agora em diante, a ninguém mais consideramos do ponto de vista humano. Ainda que antes tenhamos considerado a Cristo dessa forma, agora já não o consideramos assim.
Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas! 
2 Coríntios 5:14-17″

E isto eu, irmão Wandson vos escrevo:

Fechem seus olhos e apenas ouçam, não se retirem rapidamente; esperem com paciência e ouça o Senhor falar profundamente ao seus corações, não sei de que maneira que Ele usará, mas uma coisa é certa.Ele sempre fala.

Todos podemos Ouvi-lo; mas precisamos nos lembrar como é ser criança em Sua Presença.
Por: Wandson. Dart.Frog